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Toninho Malvadeza presta homenagem aos operadores de áudio do Brasil

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Os melhores programas do rádio brasileiro não seriam os mesmos se não fosse a figura de um profissional que não brilha no ar falando: o operador de áudio. Toninho Malvadeza, que trabalha no Show do Antônio Carlos na Rádio Globo, fez um vídeo bacana apontando várias feras da sonoplastia do rádio brasileiro. Confira alguns nomes.

Toninho Malvadeza Show do Antônio Carlos

Toninho Malvadeza opera o programa Show do Antônio Carlos, na Rádio Globo do Rio de Janeiro

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31 de julho de 2014, 22:45, Michel Menaei e Sergio Solon Santos

Antônio Carlos renova com a Rádio Globo

antoniocarlos

Como previsto, o apresentador Antônio Carlos renovou com a Rádio Globo Rio o seu contrato com novas bases salariais.Conforme AC antecipou em entrevista ao site, o contrato é válido até 2016.

Hoje ele representa o maior faturamento da emissora.

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31 de julho de 2014, 22:24, Michel Menaei e Sergio Solon Santos

Sandro Gama no site Rádio de Verdade

Sandro Gama Donos da Bola

Apresentador dos “Donos da Bola Rio” da Band, Sandro Gama será o entrevistado da próxima semana. Ele vai falar do começo profissional muito difícil, os desafios da reportagem e os futuros projetos que ele possui.

Mande a sua pergunta com nome e cidade de onde fala. Você também pode participar enviando pelo e-mail radiodeverdade@radiodeverdade.com

Esperamos vocês. 

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31 de julho de 2014, 11:21, Michel Menaei e Sergio Solon Santos

Entrevista com o dinâmico Wagner Menezes

Wagner 05

Simpatia deveria ser o seu sobrenome. Assim que chegamos à “Cidade do Rádio” na nova sede da Fonseca Teles, em São Cristóvão, fomos recebidos por Wagner Menezes. Ele nos mostrou as instalações da nova casa da Super Rádio Tupi: diversos estúdios, uma central técnica com modernidade sem igual no país, um estúdio principal com 8 câmeras em alta definição que só perde em tamanho para o antigo estúdio sinfônico do antigo prédio da Rádio MEC ao lado da Praça da República.

Wagner é homem clássico de rádio. Sonhou em trabalhar no veículo desde garoto, quando ainda caminhava pelas ruas de Botafogo. Estudou teatro na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) para perder a timidez e virou um jovem falante. Filho de cearenses, decidiu torcer pelo Fluminense.Olhava para os radialistas que transmitiam os jogos de basquete e sonhava um dia falar no microfone. Construiu o sonho aos poucos, trabalhando com os maiores nomes do rádio do Rio de Janeiro anos depois. Pai de 3 filhos e morador da Barra da Tijuca, Wagner Menezes tem hoje 44 anos, 29 de carreira e acabou de cobrir a sua sétima Copa do Mundo.

Com números Wagner está acostumado. É líder em audiência com o Giro Esportivo, programa que apresenta de segunda a sexta de 22h às 0h pela Super rádio Tupi do Rio de Janeiro. Na entrevista ele admite uma obsessão pela perfeição e ainda disse que escuta praticamente todas as emissoras para verificar a existência de boas ideias na concorrência.

Produção do Esporte Tupi

Esporte líder de audiência: Cassiano Carvalho (repórter), Rosária Farage (coordenadora de produção), Wagner Menezes (apresentador), Sergio Américo (repórter), André Ribeiro (repórter), Ricardo Moreira (locutor) e Gabriel Vasconcelos (produtor). Uma turma que não para de trabalhar.

Fábio Máskara

O radioator Fábio Máskara. Imagens: Michel Menaei

Abaixo você vai conferir uma paixão pelo rádio. Não se trata de uma relação fria de um profissional com um mero produto. Wagner Menezes não escondeu o orgulho que tem da empresa onde trabalha. O papo está muito bom…”INDISCUTÍVEL”!

Depois da entrevista Wagner Menezes nos brindou com uma gentileza nos entrevistando e convidando o público do Giro Esportivo para conhecer o site. Você pode conferir o papo abaixo.

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30 de julho de 2014, 17:08, Michel Menaei e Sergio Solon Santos

Haroldo de Andrade Jr. convida você

Bom Dia, pai Haroldinho

No dia 7 de agosto das 16h às 22h, na livraria Saraiva do Norte Shopping, o apresentador da Super rádio Tupi estará autografando o livro “Bom dia, pai”. Haroldo de Andrade Jr. espera você com todo o carinho.

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30 de julho de 2014, 8:00, Michel Menaei e Sergio Solon Santos

Os jornalistas precisam aprender a ouvir

sidney_rezende_1

Por Sidney Rezende

A gigantesca massa humana que foi às ruas reivindicar mais qualidade de vida no ano passado obrigou-nos a refletir sobre o melhor modelo de como levar informação da luta social ao cidadão brasileiro. É como se nosso ofício diante daquela fratura exposta tomasse de 7 X1. O impacto dos protestos repercutiu nas mídias local e global.

Na ocasião, a imprensa foi duramente criticada. Talvez um pouco menos que governantes que não conseguiram melhorar os serviços de transporte, saúde, educação e segurança do país. O movimento popular entrou para a história e provavelmente demorará muito tempo a se repetir.

O reflexo é sentido até hoje. Foi um bom momento para transformações. Mas ele foi desperdiçado. Esperava-se inovações nas práticas democráticas na nossa relação com a sociedade. É frustrante constatar que elas não vieram. Nem por parte da estrutura política e nem pelo modelo de gestão da Comunicação.

Paralelamente, a “Mídia Ninja” e as ações dos black blocs partiram para o confronto e suas ações desencadearam mudanças na forma de cobertura de manifestações públicas. Principalmente da maneira como os repórteres sempre cobriram estes eventos. Ficou perigoso identificar o profissional com o veículo de comunicação a que ele pertence.

Os repórteres foram descobrindo aos poucos, e de repente, que ocupar as ruas era muito perigoso. Alguns se intimidaram. Nosso dever é o oposto. Jornalistas têm a obrigação de estar justamente onde não se quer que eles estejam. Levar a notícia é parte inerente da vida de quem jurou se dedicar a este ofício.

Neste momento, estamos mal parados. Nos últimos 15 meses, assistimos impassíveis a multiplicação do “Jornalismo Biquíni”, aquele que “mostra coisas interessantes, mas esconde-se o essencial”. O jornalismo tornou-se partido político e o jornalista torna-se notícia. E ainda pensa que isso é o certo. Não é.

Antes de tudo isso, já se reclamava que a imprensa publicava a acusação sem devida apuração. Quantas vezes ouvimos que a denúncia ganha destaque na capa e o desmentido é publicado no rodapé da página interna.

Não é de hoje que nos acusam de destruir reputações. Tom Wolfe, colega ilustre, já disse isso certa vez: “Só existem duas maneiras de fazer carreira em jornalismo. Construindo uma boa reputação ou destruindo uma”.

Um dia um empresário me disse com toda a educação: “Por que quando realizo um evento importante no meu hotel vocês não citam o nome do estabelecimento? Mas se tiver um incêndio num quarto o nome do hotel é estampado na capa em letras garrafais?”.

Precisamos parar de apontar o dedo em riste para quem julgamos ser os culpados. Jornalista não prende, não realiza inquérito, não julga. Jornalista deve informar tudo o que é pertinente ao fato. Não existe neutralidade, e sim, isenção. Notícia não tem somente dois lados, e sim vários. Em alguns casos, incontáveis.

Jornalista está se achando mais importante do que ele é. E com esta falsa convicção estamos sendo conduzidos para o cadafalso.

Esta longa introdução é para chegarmos até uma conclusão simples: nós, jornalistas, não gostamos de ouvir. Não sabemos ouvir. Não aceitamos críticas. Somos arrogantes mesmo que não pensemos isso de nós. Talvez porque sejamos tão ludibriados, enganados por fontes maldosas e presos a horários perversos, que já partamos do princípio que estamos certos.

Por não termos paciência com o outro, mesmo que este “outro” seja a fonte que alimenta nosso “produto”, estamos multiplicando este “ebola da arrogância” para as novas gerações de profissionais. E o grave é que os meninos que estão chegando são filhos de uma escola deficiente, com má formação cultural, educacional e intelectual.

E o mais grave, essa turma diz detestar política. Arrisco dizer que a maioria sequer sabe a diferença do que faz um deputado para um senador.

Nas redações, nossos templos de trabalho, os jornais de papel e as revistas raramente são abertos. Nada é lido. Os garotos dizem que esse hábito é para idoso. O aparelho de TV fica ligado num só canal. Por isso se tem uma visão única. Neymar disse que jogadores brasileiros têm preguiça de treinar. Jornalistas têm preguiça de ler. O rádio, veículo sempre atual, é algo alheio à “cultura” da nova geração.

Mas será que os focas não se informam pela internet? Falso. A esmagadora maioria prefere trabalhar no ar condicionado, não circular onde está a notícia, não andar pelas ruas, não conversar pessoalmente com o povo. Se pudessem escolher a opção, seria navegar nas redes sociais. Os jovens curtem basicamente o que circula no Facebook.

O compromisso primário da profissão: “Para quem trabalho? Para que serve meu ofício? Dedicação máxima para levar informação para quem não tem, ser útil aos pobres” são utopias.

Na verdade, estamos caminhando para algo parecido com o que fez o mocinho de o “Planeta dos Macacos”. Seu laboratório gerou uma nova espécie de símio.

O problema de não sabermos ouvir as ruas está nos empurrando para o descrédito. A imprensa surtou. Ao mesmo tempo que se chama ativistas sociais de vândalos, também é permitido chamá-los de jovens. Depende da ocasião. O pêndulo vai para um lado ou para outro conforme interesse específico.

As redações que outrora abrigava o pluralismo da sociedade hoje é reduto da velha direita. Aqueles que fizeram 1964 podem se orgulhar. Seus filhotes cresceram, ganharam musculatura. A direita venceu.

Vamos ouvir mais a opinião pública e menos a publicada, antes que seja tarde.

*Sidney Rezende é jornalista das Organizações Globo e professor da Puc-Rio

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29 de julho de 2014, 1:25, Michel Menaei e Sergio Solon Santos

Megafone

radioglobo

Nota 10

Para o “Show do Antônio Carlos”,da Rádio Globo Rio. A implicância de Juju Carioca com Gelcio Cunha é deliciosa. Os dois emitem opiniões absurdas sem medo de críticas, no maior humor. Juju soltou uma pérola no programa de hoje. “Eu não acho Glória Pires isso tudo o que falam. Eu me sinto como se estivesse na época da faculdade. Eu dizia que gostava de Roberto Carlos e não ouvia Caetano Veloso e Chico Buarque. Gosto é gosto”. Isso é show! O ouvinte em casa é provocado a opinar.

antonio

Segue

Antônio Carlos tem até o dia 31 de julho pra assinar o novo contrato, que prevê alteração salarial. Isso porque o programa agora é apenas regional. A tendência é que AC permaneça na Rádio Globo. Aliás, ele representa o maior faturamento da emissora carioca não é de hoje.

David Rangel Globo

Nota 0

O programa “David Dá Tarde” é um show muito bom, mas o personagem Brenda Camburão é cansativo. Parece o colega de bar bêbado no final de semana tentando imitar um gay. David Rangel é bem mais criativo que isso.

Kelly Jorge

Discórdia

Uma discussão pra lá de acalorada está rolando nas redes sociais. A locução de Kelly Jorge na FM O Dia virou alvo de críticas dos internautas que gostam de uma rádio jovem mais tradicional e criativa. Suculenta como pêssego, a locução não desagradou. Você pode conferir de 20h às 23h, no programa “Quebra Tudo”.

Antenne Bayern Chillout

Recomendamos

Pra você que gosta de receber amigos em casa e está cansado da maioria das rádios musicais que sempre tocam o mesmo estilo de música, recomendamos a rádio alemã Antenne Bayern “Chillout”. A locução em alemão entra em raras oportunidades, muita música lounge que permite uma boa conversa em casa. É só baixar o aplicativo e testar.

José Carlos Araújo Transamérica

Voando em 101.3FM

Desde a Copa do Mundo a sonoplastia da Transamérica 101.3FM tem melhorado bastante, sobretudo nos jogos narrados por José Carlos Araújo. A emissora tem explorado ritmos jovens como o funk para embalar as transmissões. 

Jô Soares

Força Jô!

A turma do blog deseja pronta recuperação ao humorista Jô Soares, internado em São Paulo com um quadro de princípio de pneumonia. 

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28 de julho de 2014, 17:25, Michel Menaei e Sergio Solon Santos

Wagner Menezes no site Rádio de Verdade

wagnermenezesgiroesportivo

Nessa semana entrevistaremos o apresentador e repórter esportivo da Super Rádio Tupi, Wagner Menezes. Eler vai falar de sua carreira e sobre vários outros assuntos: futebol, corrupção, cartolagem, o vexame dos vexames na “Copa das Copas”, a briga pela audiência no rádio do Rio.  

Deixe a sua pergunta, dizendo a cidade de onde você está falando. 

Você pode participar também pelo e-mail radiodeverdade@radiodeverdade.com

Esperamos vocês.

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27 de julho de 2014, 16:20, Michel Menaei e Sergio Solon Santos

ANTÔNIO CARLOS: Renova ou não?

antonio

Em entrevista exclusiva concedida ao Rádio de Verdade, Antônio Carlos fala sobre término de contrato, possível renovação e emissoras concorrentes.

Confira o áudio:

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25 de julho de 2014, 14:24, Michel Menaei e Sergio Solon Santos

Narração Pedro Ernesto Denardin: Internacional 4 x 0 Flamengo (Brasileirão 20/07/2014)

Pedro Ernesto denardin

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22 de julho de 2014, 12:24, Michel Menaei e Sergio Solon Santos

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