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Boris Casoy no Agora é Tarde
Na madrugada de quarta para quinta-feira, Bóris Casoy foi o convidado do Agora é Tarde. Bóris falou sobre o que pensa d a necessidade de diploma para jornalistas, lembrou de quando trabalhava no SBT, na TV JB e na Rede Record, onde lamentou não ter convertido o Bispo Edir Macedo ao cristianismo. E além de tudo jogou totó (ou pebolim) com o Roger do Ultraje a Rigor.
Confira a entrevista concedida a Danilo Gentili.
Nota 10 para o CQC nº 100!
O centésimo programa do Custe o Que Custar (o CQC), da TV Bandeirantes, foi ao ar nesta segunda-feira e relembrou momentos marcantes do programa.
Relembraram discursos e respostas inesquecíveis de nossa classe política despreparada, matérias na África do Sul deram o ar da graça no programa comemorativo.
Destaque para uma matéria de idéia simples e fascinante, feita por Oscar Filho. O “pequeno pônei” foi até Buenos Aires dois dias antes do jogo entre Argentina X Nigéria para colocar uma criativa idéia para irritar nossos “hermanos”: desligar a TV de um restaurante na hora do jogo. A reação dos argentinos foi desesperadora e cômica. Tudo fazendo uso de um controle universal. Veja no vídeo abaixo.
Melhor ainda foi a matéria feita por Mônica Iozzi (que não aparece na foto acima), que levou uma suposta PEC (Proposta de Emenda Constitucional) para Brasília, com o intuito de provar que os nossos deputados federais assinam projetos sem ler. O projeto em questão era a inclusão de 1 litro de cachaça na cesta básica do brasileiro.
Foi o que aconteceu com o deputado José Tatico (PTB-GO), que não sabia o que tinha acabado de assinar. Diga-se que o deputado citado já foi atuado em seis oportunidades por ter sonegado a bagatela de R$260milhões. O deputado federal Nelson Trad (PMDB- MS) agrediu a equipe da BAND e nem mesmo sabia dar explicações sobre o que tinha acabado de assinar.
As explicações do deputado Júlio Delgado (PSB-MG) chegou a ser patética, já que o parlamentar deu a entender que nem mesmo sabia o que significava PEC. A estrelinha de ouro foi para o deputado João Dado (PDT-SP), que se negou prontamente explicando que não podia concordar com o que havia acabado de ler.
O CQC representa essa nova fase de produção de conteúdo que as novas tecnologias e o desejo de pessoas por mudanças e propostas diferentes propiciam. Desejamos vida longa a Marcelo Tas & Cia. Um dos melhores programas que surgiram na TV brasileira nos últimos 10 anos.
Nunca foi tão gostoso rir da canalhice, da burrice e do despreparo daqueles que ocupam a esfera pública. É sorrir para não chorar e chegar à conclusão que educação de qualidade é preciso. Nota 10!
O 5 momentos mais constrangedores ou engraçados da Tv brasileira foram reunidos no Top Five Especial. Veja abaixo.
Brigas nunca mais
O jeitão explosivo de Milton Neves deve provocar desfalques na equipe que cuida de seu site. As declarações agressivas que o apresentador da Rede Bandeirantes fez contra o colega Juca Kfouri durante o quadro “CQTeste” irritaram diversos de seus colaboradores, cansados do clima de guerra de egos. Não será surpresa se nos próximos dias alguns deles venham a se desligar e partir para novos desafios.
“Isso é uma vergonha”!
O 4º Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro negou pedido de indenização impetrado por 800 garis contra a Band, por comentários contra a classe feito pelo apresentador Boris Casoy. Na sentença, o juiz Brenno Mascarenhas considerou que a declaração do jornalista, realizada no dia 31 de dezembro, não foi ofensiva à categoria.
Durante o “Jornal da Band”, sem saber que estava ao vivo, Boris comentou uma mensagem de ano novo protagonizada por dois garis. “Que m…dois lixeiros desejando felicidades…do alto de suas vassouras. O mais baixo da escala de trabalho”, disse o apresentador. Um dia depois, após intensa repercussão, Casoy pediu desculpas pela declaração.
Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), após o comentário, foram impetradas 163 ações contra a emissora e o jornalista. Em sua defesa, Casoy classificou a declaração de “gafe”.
Mascarenhas avaliou que apenas os dois garis mostrados no vídeo poderiam entrar com ação por danos morais contra o jornalista, o que não aconteceu. Mesmo ao negar a indenização, o juiz argumentou que a declaração de Casoy revela “constrangedor preconceito e produz indisfarçável preconceito” do apresentador.
No dia 07 de abril, houve audiência da ação e não houve acordo entre a emissora e os garis que acionaram o jornalista e a emissora.
*Com informações do Portal Imprensa

As gatinhas e o animal…
É impressionante a popularidade do comentarista da Rede Bandeirantes, Edmundo. O “animal” é ovacionado pela galera quando está dentro da cabine, é atacado pelas gatinhas insandecidas na saída do portão de imprensa no Maracanã.
A partida era entre Flamengo x Madureira, mas as flamenguistas estavam dando importância a outro atleta. Marcaram “mulheres a homem” o ídolo do Vasco da Gama.
Edmundo foi simpatia pura com todos os que o assediavam. Tirou fotografias com cada uma delas e não perdeu a paciência em nenhum momento, mesmo com o tardar da hora, pois já passava da meia-noite.
BASTIDORES DA DEMISSÃO DE OSCAR ROBERTO DE GODÓI PODE TER RAÍZES NA VINGANÇA

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Como já havíamos noticiado neste espaço, Oscar Roberto de Godói foi demitido da BAND.
Consultamos fontes na emissora paulistana e o assunto parece relacionado a críticas públicas que Godói teria feito à direção da BAND. Um conhecido profissional do esporte da TV Bandeirantes garante que a situação de Godói na Band era uma questão de tempo.
O locutor esportivo Luciano do Valle, que ostenta o patrocínio da “CAIXA” , teria pedido as cabeças de Godói e Neto na emissora.
Mesmo após ter se desculpado do lamentável episódio do vídeo, em que destratou seus companheiros de profissão, ao vivo pela TV Guararapes em Pernambuco nba véspera de uma decisão de Copa do Brasil, causando o clima de mal-estar, que perdura até hoje.
“Bolacha” teria dito a alguns “amigos” que Godói e Neto não passariam deste ano na BAND e que mostraria se manda ou não no departamento de esportes.
Agiu, aparentemente, de maneira tão escabrosa quanto os abraços que cobra para transmitir nas partidas que narra.
Força, Godói!










