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Viva o rádio esportivo!
13 de maio de 2012: dia das mães, dia da abolição da escravatura, dia da Nossa Senhora de Fátima, dia da fraternidade e dia de decisão do campeonato carioca! Não poderia haver momento melhor para que o rádio vivesse esta história inédita: a passagem do bastão do então locutor número 1 da Rádio Globo, José Carlos Araújo, para o ex-locutor número 1 da Rádio Tupi, Luiz Penido.
Com Garotinho saem: Gerson Canhotinha, Gilson Ricardo e Jorge Eduardo, além do operador de externa, Sílvio Vieira. E Garotinho não podia conduzir isto de forma mais profissional: Garotinho narrou o primeiro tempo, fez a passagem para o Penido no intervalo e no segundo tempo Luiz Penido já comandava a transmissão fazendo a festa do tricolor carioca. Penido, aliás, ganhou a camisa 10 da Rádio Globo personalizada.
O Rádio de Verdade acompanhou este evento de perto, no Engenhão, e entrevistou José Carlos Araújo, Gerson, Luiz Penido e Jota Santiago, além de ter registrado as despedidas no ar de José Carlos Araújo e Gerson. Todo este material vocês acompanham aqui no site.
Passagem do Garotinho para o Garotão:
Despedida Gerson:
Entrevista Garotinho:
Entrevista Gerson:
Vale também ouvir a despedida de Gilson Ricardo quando apresentou pela última vez o “Panorama Esportivo”, em 11 de maio de 2012
Luiz penido também falou com a gente:
E como não poderia deixar de ser, também fomos ouvir a palavra do novo titular da Super Rádio Tupi, Jota Santiago:
Acompanhe também o vídeo da passagem transmitido pela Rádio Globo em sua página no Facebook:
Entrevista de Luiz Penido à Rádio Globo
Acompanhe aqui no Rádio de Verdade a entrevista que Luiz Penido concedeu à Rádio Globo ao André Marques durante a partida entre Fluminense x Volta Redonda valendo o Troféu Luiz Penido.
Vale lembrar que Penido já está fora do ar na Super Rádio Tupi, sendo excluído de todos os sites e já tendo alterado até o seu Twitter.
Exclusivo: Washington Rodrigues, o “Apolinho”, renova com a Super Rádio Tupi
Líder de audiência nas tardes da Super Rádio Tupi, Washington Rodrigues renovou com a emissora da Rua do Livramento. Sondado por José Carlos Araújo para integrar a nova rádio que é fruto da parceria do Bradesco com o Grupo Bandeirantes, Washington expôs a situação para a diretoria da rádio e conseguiu renovar seu contrato.
Com isso, está desfeita a “dupla de cabine” de sucesso no rádio, que acabou rendendo durante algum tempo a liderança em audiência para a Super Rádio Tupi.
Mais informações a seguir.
Thiago Veras é da Tupi
O profissionalíssimo Thiago Veras agora faz parte da equipe Super Esportes da Super Rádio TUPI AM 1280kHz FM 96.5MHz, ocupando a vaga que era de Mauro Santana.
Thiago iniciou a carreira no rádio esportivo pela Rádio Fluminense, na equipe de Garcia Junior, responsável por lançar vários talentos nessa área.
Logo depois Veras ainda passou pela Rádio Popular AM 1480kHz (ex RDC), Rádio Tamoio AM 900kHz r Rádio Manchete AM 760kHz.
Thiago é um excelente profissional e uma pessoa de excelente caráter. a Tupi só tem a ganhar com a chegada dele.
O site Rádio de Verdade deseja todo o sucesso ao Thiago em sua nova casa.
Odilon Júnior faz aposta na Rádio Regional de Florianópolis
O jovem talento Odilon Junior está fazendo uma nova aposta em sua carreira profissional. Em entrevista ao site RÁDIO DE VERDADE, Odilon falou um pouco da carreira e de projetos para o futuro.
Odilon iniciou sua trajetória na rádio 107 FM do Rio de Janeiro, hoje arrendada para a Furacão 2000 em julho de 1998.
Logo depois, partiu para a Rádio Grande Rio 1560AM onde teve oportunidade de narrar efetivamente.
Passado algum tempo, a coisa não deu certo e o departamento de esportes foi dissolvido. Todos foram mandados embora e Odilon Junior passou a trabalhar como freelancer na Rádio Tropical.
Odilon começou a trabalhar na Super Rádio Tupi chamado por Paulo Junior, que observou seu trabalho e o convidou para a emissora da Rua do Livramento.
Lá Odilon produzia alguns programas e foi engatinhando dentro da emissora, ganhando a confiança dos profissionais, até que teve a oportunidade de fazer a primeira narração pela Tupi. A partida era entre Friburguense e Botafogo no Estádio Eduardo Guinle. Odilon narrou o segundo tempo da partida.
Com muitos anos de Tupi, ele recebeu a proposta para ser chefe de equipe na Rádio Regional de Florianópolis. A tupi até tentou mantê-lo, mas ele achou que a proposta da emissora catarinense era viável e resolveu apostar nesta nova empreitada. Sai da Tupi de portas abertas, levando a amizade de inúmeros colegas de profissão. Considera Luiz Penido o melhor narrador de todos os tempos. É fã do locutor.
Vai passar por um “período de adaptação” em Florianópolis. Segundo ele, o povo de Florianópolis curte muito os times do futebol carioca. É possível que durante o Campeonato Brasileiro, a prioridade das transmissões sejam de partidas que envolvam os times cariocas. Ele ainda adiantou que a rádio deve comprar os direitos de transmissão para a Copa de 2014.
Perguntado sobre o que ainda deseja realizar na carreira, Odilon afirmou que quer ser o narrador dos jogos principais, da seleção brasileira, de jogos internacionais e que vai trilhar o caminho para conseguir. “Não vou apostar em algo que tenha a possibilidade de não dar certo. Este projeto vai dar certo”, afirma o narrador.
Odilon ainda afirma que não sondou nenhum profissional da Super Rádio Tupi, já que havia um boato de que Jorge Nunes teria sido sondado.
A programação da Rádio Regional de Florianópolios pode ser ouvida pelo endereço www.radioregionalfm.com.br. Aos que moram em Florianópolis, também podem ouvi-la através dos 106,5MHz.
Jornalismo da Rádio Tupi tem acesso a importantes revelações sobre o caso Bruno
Com informações da Super Rádio Tupi
Um homem, de presumíveis 50 anos, morador de São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, pode ter revelado, com exclusividade à Rádio Tupi, nesta terça-feira, a verdade sobre o sumiço da ex-namorada do goleiro Bruno, do Flamengo, Eliza Samudio. A mulher, de 25 anos, é mãe de um bebê de 4 meses que seria filho do atleta e está desaparecida há cerca de 1 mês.
Para a polícia, Bruno é o principal suspeito do sumiço. Segundo o homem, que é motorista de ônibus, o filho de uma sobrinha sua, um adolescente de 17anos, teria participado do caso. Ele contou que no último sábado, dia 3, o jovem foi à sua casa, desesperado, contar o que teria acontecido. De acordo com o homem, o adolescente disse que ele e um amigo do goleiro, Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, teriam levado Eliza e o bebê, do hotel onde estavam hospedados, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, até o sítio do atleta, em Esmeraldas, Minas Gerais. Na região, a dupla teria colocado Eliza no carro importado de Bruno, onde a polícia encontrou marcas de sangue humano.
O jovem contou que estaria escondido no banco de trás do veículo e acertado a cabeça de Eliza com uma arma. O golpe teria provocado a morte da mulher. Macarrão estaria dirigindo o carro. A testemunha revelou que Bruno teria pagado um homem, identificado como Cleiton, R$ 3 mil para que entregasse o corpo de Eliza a um traficante e ele sumisse com o cadáver. O homem garantiu que se o adolescente for procurado pelas autoridades vai denunciar todos os envolvidos no caso. Segundo o adolescente, quem teria articulado o crime contra Eliza teria sido Macarrão, e não Bruno.
O motorista de ônibus disse que foi namorado de uma tia da mãe do adolescente envolvido no caso, que também mora em São Gonçalo. A mãe do jovem seria amiga da esposa de Bruno, Daiane Fernandes, e o marido dela tio do goleiro. No sábado, enquanto o jovem estava na casa do motorista, teria recebido ligações de Bruno para ir para a casa do jogador, num condomínio na Barra da Tijuca. O tio do adolescente disse ainda que os advogados do goleiro estariam instruindo os envolvidos no sumiço de Eliza a dizer que ela teve uma discussão dentro do carro com o adolescente, e que acabou levando um soco no rosto, por isso as marcas de sangue no veículo. Questionado sobre o motivo que o levou a denunciar a história à Rádio Tupi e não à polícia, ele disse que não quer que nada de ruim aconteça ao adolescente. As investigações estão concentradas em Minas Gerais.
Ouça abaixo o áudio da Rádio Tupi:
Vinicio (s) Gama: plantão também tem opinião!
Em toda jornada esportiva, pode-se dizer que a figura do plantão esportivo é aquela que menos aparece. É exigido agilidade, atenção aos resultados de eventos em andamento, informações de última hora e pode haver imprevistos. Se antes a escuta era a moda, agora a internet é a ferramenta por vezes traiçoeira. O nosso entrevistado de hoje tem uma das mais belas vozes do rádio esportivo do Rio. É carioca de Campo Grande, esforçado, enfrentou dificuldades e hoje é o plantonista da Super Rádio Tupi do Rio. Confira o papo de Vinicio Gama (ou o “Vinicios” da Tupi) com o site Rádio de Verdade.
1 – Seu nome é Vinícius como te chamam na Rádio Tupi ou Vinício, como está no seu orkut?
Meu nome é verdadeiro é Vinicio mesmo, sem “S”, mas na Tupi o Penido quis Vinicius
2 – Como você começou a trilhar seu caminho no rádio?
Comecei cedo. Sempre gostei de rádio. Até que em 2002, fiz um curso de locução para me aprimorar, mas com a intenção de ir bem e de repente ser indicado para alguma rádio. Não deu outra, no fim do curso fui indicado para trabalhar na rádio Solimões em Nova Iguaçu. Depoi disso tive uma passagem relâmpago pela Grande Rio, fiquei dois anos na Carioca, um ano na Bandeirantes, nove meses na Manchete e estou na Tupi desde maio de 2008.
3 – Houve algum momento em que você tenha pensado em desistir?
Sinceramente sim. Quando a gente começa na profissão e tem que pagar para trabalhar, passa um monte de coisas na cabeça. Mas aguentei firme, a paixão falou mais alto.
4 – Qual seu maior exemplo na vida?
Na vida sem dúvida são meus pais, que me deram e ensinaram coisas importantíssimas na vida. Estudo, respeito ao próximo e a educação. Não consigo conviver com gente mal educada.
5 – Qual o melhor na sua profissão?
Difícil dizer quem é o melhor. Adimiro o trabalho do Vander Luiz, Sérgio Patrick, Ricardo Capriotti e Marcelo Di Lallo, todos de São Paulo e do Cléber Grabauska do Rio Grande do Sul. Gostaria que tivesse uns 10 bons plantões como lá em São Paulo. Só que aqui no Rio até as equipes são poucas.
6 – E o melhor narrador esportivo?
Luiz Penido e José Carlos Araújo aqui no Rio. Em São Paulo gosto da maioria. Gosto do estilo deles.
7 – Melhor comentarista na atualidade?
Washington Rodrigues e Álvaro de Oliveira Filho. Quando eu escuto comentarista torcedor ou metido a ser polêmico, eu mudo de estação.
8 – Você se considera o melhor plantão do rádio brasileiro, como te chamam na Rádio Tupi?
Rsrsrs. Todo mundo diz que o plantão esportivo de sua rádio é o melhor e o mais bem informado. Acho que seria pretensão da minha parte dizer que eu sou o melhor do Brasil, até porque não ouvi todos, mas de todos que eu ouvi, acho que eu estou no bolo. Mas se o Jota Santiago e o Eugênio Leal dizem, porque logo eu vou discordar né? rsrsrs
9 – Quando se começa na profissão, a maioria sonha em ser narrador ou repórter . Você logo de cara quis ser plantão? Por quê?
É estranho né. Costumo dizer que o plantão é o goleiro do rádio esportivo. Fica na reta guarda, mais isolado do que os outros, sempre atento e ninguém que ser plantão, como ninguém quer ser goleiro.
Na verdade não tive o objetivo logo de cara de ser plantão. Quando terminei o curso de locução, quis trabalhar em rádio, falar no microfone, ganhar dinheiro com o que eu gosto de fazer. Como muitos que começam no rádio esportivo, comecei fazendo plantão. A maioria vai ser repórter, narrador…
Apesar de ser uma função desvalorizada, até mesmo pelos próprios profissionais do meio, eu me apaixonei por ela e continuei, foi como o Oldemar Kramer (ex-plantão esportivo paranaense já falecido). Não descarto um dia ser narrador, comunicador ou locutor noticiarista, que são funções que eu também adimiro, mas hoje faço o plantão esportivo amarradão.
10 – Qual o maior desafio para o plantonista? A internet já atrapalhou a sua função?
O plantonista tem que gostar do que faz, ser bem informado e estar sempre ligado durante a jornada. O surgimento da internet ajudou muito, mas ela as vezes também atrapalha, como já atrapalhou em algumas rádios. Na Tupi ainda não me prejudicou e espero que não me prejudique. Tabelas de campeonatos e jogos da rodada vejo somente em sites oficiais das competições.
11 – O melhor e o pior do futebol.
A rivalidade sadia de um sacanear o outro no dia seguinte, a alegria do torcedor em ver o seu time jogar. A pior coisa com certeza é a violência nos estádios. Se eu não trabalhasse nos dias dos jogos, não sei se iria aos estádios.
12- FERJ e CBF
Desculpem, mas prefiro não emitir opinião sobre esses dois órgãos (FERJ e CBF).
13 – A favor ou contra a necessidade da necessidade do diploma para exercer a função de jornalista?
Sou a favor do diploma. Realmente faculdade não ensina ninguém a ter talento, mas acho que a formação é importante. O problema da não formação é qualquer um achar que pode ser jornalista. É uma profissão de responsabilidade, tem que ser levada a sério sempre.
14 – Na época em que Apolinho e Dennis Menezes eram trepidantes, os repórteres entravam tranquilamente no gramado e você chegou a pegar o tempo de 3 repórteres em campo. O que pensa sobre as restrições aos radialistas nos gramados de Rio e São Paulo?
Acho isso besteira. Restrição aos repórteres de campo não vai resolver nada com relação a organização. Acho que quem perde com isso é o ouvinte.
15 – Momento marcante na sua carreira.
Guardo com carinho alguns momentos que eu tive. Um deles foi o meu primeiro dia na Rádio Manchete, até hoje escuto o áudio do dia da minha apresentação. Até o Miguel Nasseh foi ao estúdio entrar ao vivo no programa “A bola não pára”, que eu apresentei por um tempo.
Guardo também os elogios que recebi de grandes profissionais como: José Resende, Garcia Jr, Paulo César Rabelo, Rafael Marques, Daniel Pereira, João Guilherme, Valdir Luís, Carlos Borges, Edílson Silva, Wellington Campos, Fernando Carlos, Sidinei Marinho, Francisco Carioca, Luíz Penido, Eugênio Leal, Jorge Nunes, Jota Santiago e Haroldo de Andrade JR.
É ou não é um timaço? Receber elogio de profissionais como este vale muito. Mais do que receber troféu de plástico.
16 – Recado para estudantes de comunicação social que sonham em trabalhar com jornalismo esportivo.
Venham com vontade e com certeza do que querem. Se preocupem em fazer um grande trabalho. Se vierem preocupados em ganhar muito dinheiro e ter fama, procurem outra.




















